Secretaria de Direitos Humanos nega desentendimento com militares

Depois que os clubes militares criticaram a declaração de Maria do Rosário sobre a ditadura, o secretário de gestão da Secretaria de Direitos Humanos, Gleisson Cardoso Rubin, afirmou que não há desentendimento entre a pasta e os militares. A declaração foi dada na última sexta-feira (24), quando Rubin falou sobre a publicação do manifesto dos militares contra as declarações da ministra Maria do Rosário.
Segundo o secretário, não há “mal estar” nem com o Ministério da Defesa e nem com os militares. A relação entre as pastas é de diálogo permanente, segundo Rubin. Já a ministra Maria do Rosário, que foi alvo das críticas, participou do evento, mas saiu sem falar com os jornalistas e também preferiu não discutir a carta publicada pelos clubes.
No documento publicado na internet pelos militares, eles citam uma entrevista da ministra ao jornal “Correio Braziliense”, onde ela fala que vítimas da ditadura podem entrar com ações na Justiça contra os agentes repressores. Segundo os militares essa afirmação contraria a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a Lei da Anistia (1979). Esta lei, de 1979, perdoa todos os crimes cometidos no regime militar brasileiro (1964-1985). Os militares criticaram ainda a presidente Dilma Rousseff por não ter se manifestado contrária às declarações feitas pela ministra.
Militares se preocupam com as declarações da ministra e lançam manifesto
O manifesto escrito pelos militares foi publicado no dia 16 de fevereiro. No texto, eles se mostram preocupados com as declarações de duas ministras sobre a ditadura militar. O documento criticou ainda a presidente por esta não ter manifestado “desacordo” com as declarações feitas pelos integrantes do seu governo. O manifesto foi assinado pelos seguintes militares: o almirante Ricardo Antonio da Veiga Cabral (presidente do Clube Naval), pelo brigadeiro Carlos de Almeida Baptista (presidente do Clube de Aeronáutica) e pelo general Renato Cesar Tibau da Costa (presidente do Clube Militar).

Depois que os clubes militares criticaram a declaração de Maria do Rosário sobre a ditadura, o secretário de gestão da Secretaria de Direitos Humanos, Gleisson Cardoso Rubin, afirmou que não há desentendimento entre a pasta e os militares. A declaração foi dada na última sexta-feira (24), quando Rubin falou sobre a publicação do manifesto dos militares contra as declarações da ministra Maria do Rosário.
Segundo o secretário, não há “mal estar” nem com o Ministério da Defesa e nem com os militares. A relação entre as pastas é de diálogo permanente, segundo Rubin. Já a ministra Maria do Rosário, que foi alvo das críticas, participou do evento, mas saiu sem falar com os jornalistas e também preferiu não discutir a carta publicada pelos clubes.
No documento publicado na internet pelos militares, eles citam uma entrevista da ministra ao jornal “Correio Braziliense”, onde ela fala que vítimas da ditadura podem entrar com ações na Justiça contra os agentes repressores. Segundo os militares essa afirmação contraria a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a Lei da Anistia (1979). Esta lei, de 1979, perdoa todos os crimes cometidos no regime militar brasileiro (1964-1985). Os militares criticaram ainda a presidente Dilma Rousseff por não ter se manifestado contrária às declarações feitas pela ministra.
Militares se preocupam com as declarações da ministra e lançam manifesto
O manifesto escrito pelos militares foi publicado no dia 16 de fevereiro. No texto, eles se mostram preocupados com as declarações de duas ministras sobre a ditadura militar. O documento criticou ainda a presidente por esta não ter manifestado “desacordo” com as declarações feitas pelos integrantes do seu governo. O manifesto foi assinado pelos seguintes militares: o almirante Ricardo Antonio da Veiga Cabral (presidente do Clube Naval), pelo brigadeiro Carlos de Almeida Baptista (presidente do Clube de Aeronáutica) e pelo general Renato Cesar Tibau da Costa (presidente do Clube Militar).
Tradução: Dilmão (aquela que levou o Lamarca pro caixão) se borrou, limpou e chamou a milicada sem pijama pra dar uma comida de rabo. Mas como no fundo tudo dá no mesmo, a pantomima social excludente continua. Quem mandou esculachar (pra não dizer outras coisas) a militância? Aliás dona presi e eu somos bem parecidos, ambos aprendemos muito bem a viver nas sombras*. Só que ela, assim como quase todo político desses últimos dois mil anos de história ocidental pós império romano, desaprendeu o pra quê...
NEGRO DE ALMA BRANCA É O NEGRO QUE NÃO OLHA PARA TRÁS – PARA A CHAGA DA ESCRAVIDÃO, OU, COMO DIRIA JOAQUIM NABUCO:
“NÃO BASTA ACABAR COM A ESCRAVIDÃO. É PRECISO DESTRUIR SUA OBRA.”
É A OBRA QUE ESTÁ ABERTA AINDA HOJE, COMO COMPROVAM AS ESTATÍSTICAS DO IBGE, DOS CÁRCERES BRASILEIROS, DAS CRACOLÂNDIAS.
NEGRO DE ALMA BRANCA PODE SER AQUELE QUE NÃO ASSUME A SUA PRÓPRIA CONDIÇÃO DE NEGRO PARA COMBATER O RACISMO E O PRECONCEITO CONTRA O NEGRO.
CONTRA ELE, CONTRA A MÃE, O PAI, OS IRMÃOS.
É O NEGRO QUE OLHA PARA OUTRO LADO.
QUE FINGE QUE NÃO VÊ.
ACHA QUE NÃO É COM ELE.
NEGRO DE ALMA BRANCA DE PRESTÍGIO, UMA CELEBRIDADE, É O NEGRO QUE NÃO SE VALE DA POPULARIDADE E DO PRESTÍGIO PARA DEFENDER O NEGRO PRESO À CORRENTE DA ADVERSIDADE.
NEGRO DE ALMA BRANCA PODE SER TAMBÉM AQUELE QUE SE PRESTA A COONESTAR AS POSIÇÕES, AS TESES DE QUEM É CONTRA OS DIREITOS CIVIS DOS NEGROS OU DOS QUE COMBATEM AS POLÍTICAS QUE PODEM DAR INDEPENDÊNCIA ECONÔMICA E RECONHECIMENTO SOCIAL AOS NEGROS.
SÃO AQUELES QUE DEFENDEM PSEUDO POLÍTICAS ANTROPOLÓGICAS QUE CONGELAM A DESIGUALDADE E A DISCRIMINAÇÃO.
NESSE PAÍS DE MAIORIA NEGRA MORREM MAIS NEGROS QUE BRANCOS NA MESMA FUNÇÃO.
HÁ MENOS NEGROS NAS FACULDADES.
QUANTOS NEGROS HÁ NA MAGISTRATURA ?
A CARA DA MISÉRIA, A CARA DA POBREZA NO BRASIL, É NEGRA.
ESSA É UMA QUESTÃO CENTRAL DA DEMOCRACIA BRASILEIRA – E O LOCAL PARA DISCUTÍ-LA NÃO É NESTA SALA, COM ESTE TIPO DE AÇÃO, QUE NÃO PASSA DE UMA PERIPÉCIA, UMA MANIFESTAÇÃO DE PODER.
“NÃO BASTA ACABAR COM A ESCRAVIDÃO. É PRECISO DESTRUIR SUA OBRA.”
É A OBRA QUE ESTÁ ABERTA AINDA HOJE, COMO COMPROVAM AS ESTATÍSTICAS DO IBGE, DOS CÁRCERES BRASILEIROS, DAS CRACOLÂNDIAS.
NEGRO DE ALMA BRANCA PODE SER AQUELE QUE NÃO ASSUME A SUA PRÓPRIA CONDIÇÃO DE NEGRO PARA COMBATER O RACISMO E O PRECONCEITO CONTRA O NEGRO.
CONTRA ELE, CONTRA A MÃE, O PAI, OS IRMÃOS.
É O NEGRO QUE OLHA PARA OUTRO LADO.
QUE FINGE QUE NÃO VÊ.
ACHA QUE NÃO É COM ELE.
NEGRO DE ALMA BRANCA DE PRESTÍGIO, UMA CELEBRIDADE, É O NEGRO QUE NÃO SE VALE DA POPULARIDADE E DO PRESTÍGIO PARA DEFENDER O NEGRO PRESO À CORRENTE DA ADVERSIDADE.
NEGRO DE ALMA BRANCA PODE SER TAMBÉM AQUELE QUE SE PRESTA A COONESTAR AS POSIÇÕES, AS TESES DE QUEM É CONTRA OS DIREITOS CIVIS DOS NEGROS OU DOS QUE COMBATEM AS POLÍTICAS QUE PODEM DAR INDEPENDÊNCIA ECONÔMICA E RECONHECIMENTO SOCIAL AOS NEGROS.
SÃO AQUELES QUE DEFENDEM PSEUDO POLÍTICAS ANTROPOLÓGICAS QUE CONGELAM A DESIGUALDADE E A DISCRIMINAÇÃO.
NESSE PAÍS DE MAIORIA NEGRA MORREM MAIS NEGROS QUE BRANCOS NA MESMA FUNÇÃO.
HÁ MENOS NEGROS NAS FACULDADES.
QUANTOS NEGROS HÁ NA MAGISTRATURA ?
A CARA DA MISÉRIA, A CARA DA POBREZA NO BRASIL, É NEGRA.
ESSA É UMA QUESTÃO CENTRAL DA DEMOCRACIA BRASILEIRA – E O LOCAL PARA DISCUTÍ-LA NÃO É NESTA SALA, COM ESTE TIPO DE AÇÃO, QUE NÃO PASSA DE UMA PERIPÉCIA, UMA MANIFESTAÇÃO DE PODER.
Trecho da defesa de Paulo Henrique Amorim depois de descobrir que ser verdadeiro pega mal. A verdade dói...
* A gente amadurece muito mais quando aprende a ser discreto.

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