(lê e) acredita quem quiser

Monday, December 31, 2007

Corrida?



Errei no foco (o auto-foco analógico faiô na hora da paulêra...), mas valeu pela olhada da Gladys.





E os gordinhos da PM? Pelo jeito o comando botou todo mundo na roda...





Às vezes ficar impassível é o melhor remédio...

Metropolis

Lembrando um pouco o Fritz Lang

Tava passando a duas quadras do palco de fim-de-ano na Paulista e ouvi. Um som assustador. O urro de mil homens juntos... Fiquei desconcertado e fui pela Alameda Santos imaginando quantas pessoas seriam devoradas pelo monstro aquela tarde. Cada vez mais sentia o urro perto de mim, mesmo tratando de passar longe do bicho. Totalmente desarmado acendi um cigarro e anestesiado pela nicotina andei o restante sem olhar pra trás.
À noite depois que a loja fechou, voltei decido a ver o monstro, mas pelo jeito o bicho tinha ido dormir. Muitas pessoas deviam estar querendo o mesmo, estavam passeando e me pareceu que tinham ido lá pra bisbilhotar alguma coisa. Só vi o covil de estrutura metálica que tinham montado pra ele. Gigantesco. E isso que alguns seres com forma humana ainda tavam apertando parafusos.
Ouvi falar que agora à noite rola o sacrifício. Dois milhões de almas...

Sunday, December 30, 2007

Zuuuumm

Sábado à noite, depois de um passeio numa cachoeira lá perto, já tinhamos botado a mulecada pra dormir e acabamos ficando a Dora o Ferdinando e eu conversando um pouco mais. Interiorzão, comunidade religiosa, bem diferente do que tinha me acostumado a fazer naqueles últimos anos.
De repente o viadi... ops, o Ferdi, sai de canto sorrindo e some, e a Dora fica com um brilho enorme nos olhos.
— Uai, pra onde foi o Fer?
— Ô Rô você não percebeu?
Preferia não ter percebido.
— Fiquei te paquerando o dia inteiro...
Como bom brucutu neanderthalensis que aprendi a me tornar, de sopetão peguei a mina sem gosto nem vontade e tasquei-lhe um belo beijo na boca.
A Dora ficou meio em choque.
— Não queria que fosse assim.
— Pô Dora, se eu fosse ficar com toda mulher que me quisesse ou que me olhasse, ia ficar doido...

Friday, December 28, 2007

Três curtas em Guaia

Sabadão pra domingo à noite. Madruga alta. Depois de ter fumado tudo, a gente decide e vamo o Magáiver e eu na casa do mano Wellington.
Clap, clap, clap.
— Que qui foi?
Pergunta o mano mostrando o oitão na mão. Sem dizer nada e olhando pra gente já emenda um "Ah, é você Pinochet?".
— É sou eu Wellington, desculpa vir te amolar essa hora, mas a gente queria...
No que o Magáiver já diz, "pega umas pedra aí pra gente."
O cara traz o produto.
— Pô desculpa aí Pinochet, sabe como é que é, né?
— Firma.


— Quebra à direita rápido!
Sem pensar fui.
Passa o camburão devagarinho pelo meio da quadra a uns três metros do Bostão e de mim.
O bagulho tava todo com o Tripa, que foi pela esquerda, três quadras e a gente tava na casa dele. Todo mundo esperando.
— Caraaaalho Joe!
Tremendo sem parar.
— Cabamo de cruzar a ROTA, falei apertando um gigantesco de folha verde recém colhida. Caiu mais da metade no chão.


Todo mundo estorando de loco de pedra. Eu no sofá olhando pra qualquer coisa. Sinto algo me atraindo. A Chris me olhava sem parar, bonita, magrela, sorrindo e eu fiquei lá estatelado, sem cogitar nada. Só olhando também e rindo feito besta até ela se encher o saco.

Thursday, December 27, 2007

Às vezes...

Tirei sarro do dono da loja, que tava reclamando de pagar direito, mas a NET além do serviço porco, desliga a conexão num dia de movimento grande.

— Depois o anarquista sou eu né Sung?
— Pô brother, o comunismo morreu. Você precisa ver lá em Cuba, os caras nem comem direito, uma vez só por dia. Aquele Fidel é um babaca...
— O capitalismo domina, eu sou capitalista, mas não sou babaca, o mundo é capitalista, todo mundo quer ganhar dinheiro.
Outro cara.
— Os milicos precisam pegar o poder de novo, né não Sujão?
— Não.
Dá desânimo.

Tuesday, December 25, 2007

Pérolas depois de um almoço em família

Um tirano teme muito mais um homem consciente do que um revolucionário. O revolucionário ele manda prender. O homem consciente ele não sabe quem é...

Monday, December 24, 2007

Natal na frente do computador

Porque? Falta de socialização? Ou por ser sociável demais o resto do ano inteiro? O fato é que já fumei, cherei e bebi demais nessa vida. E já que minha antiga turma continuou nessa roda, preferi ficar de lado. Família? De preferência... mas a única pessoa com quem dividi algum sentimento alguma vez, não agüentou minha vida boêmia (acho que nem eu agüentaria). Pai e mãe? Prefiro deixar eles com suas vidas em conjunto.
Mas voltando à vaca fria. Reflexo do homem moderno que virei. O Atlas aqui não agüentou o peso e dobrou os joelhos sendo amassado pelo globo. Mas como já disse antes... não, não interessa o que disse antes. Natal na frente de um computador. Essa coisa da gente substituir a luz natural pela luz de uma tela é cretina demais como diriam meus amigos da máfia de Taubaté. Mas se aprendi algo com aquele antigo monitor de fósforo verde, que ficava horas e horas ligado fazendo minha cabeça, por algo estou aqui enchendo linguiça na frente desse iMac velho. Inclusive tem aquela música do Toy Dolls...

One More, One More, One More, One More...
Addict With An Apple Mac, Megabyte Maniac
Moron With A Mouse Mat, A Junky
Distressed, You've Guessed, Obviously Obsessed
I, Need More Memory!
He's A Prat, He's A Bore, With A Word Processor
Don't Disturb On The Door, No Entry
Mad Man Won't Become, Parted From His Pentium
In A Jam When His Mam Says I'll End Your Rotten Ram
Can I Possibly Survive, With Out Windows 95
It Crashes When I Double Click, Crackin' Up I'm Hysteric

Ooooooooooohhh
Gimme Gimme Gimme One More
Gimme Gimme Gimme One More
I Need Another Megabyte To Save My Sanity - One More!

Where's He At, Where's He Gone, Creep With A Computer On
In His Room , All Night Long, Leave Me Be!
Yelled When He Saw, The Bolt On His Bedroom Door
Can't Take No More, Life Without A Monitor
Don't Need These, Pc D T's
Achin', No Fakin', I'm A Sh Sh Sh Sh Shakin'

Megabyte, Byte Byte, Megabyte One More
One More Megabyte Memory Megabyte, Byte Byte,
Megabyte One More One More Mega Megabyte For Me
(These computer games are getting more realistic by the minute...)


Mas como ia dizendo, jingobéu, jingobéu, não preciso mais de papel, nem daquela FACIT véia com defeitos de espaçamento. Queria trazer alguma mensagem positiva pra quem lê aqui...
Já sei, aquele monitor de fósforo verde... hmmm, não. Nem lembro mais de BASIC. Já sei, não deixe pra amanhã o que podes fazer depois de amanhã. Ops, não era isso.
Dexa ver... não, não tem nada de bom dentro de mim. Isso! O homem não é bom. Jean Giraud, vulgo Moebius perguntou numa das suas BD's ó pá - O homem é bom?
E é justamente por isso que tem que nascer algo de novo dentro dele. Feliz Natal.

Cheio de rodeios e floreios




E dizem por aí que a consciência do mundo está morta, apagada e o poder será execido em nome do Texas; George Bush Pai, das companhias petrolíferas (nada mais de sete irmãs) e dos complexos industriais/militares multi-nacionais; que não há mais saída e outras coisas pelo estilo. Pelo jeito das coisas o rumo que o mundo está tomando não é outro que o de uma ditadura tecno-teocrática mundial englobando (apesar disto ser pura especulação) os rumos a serem tomados pela população mundial e estreitando ainda mais a hierarquia social existente.
Vê-se muito a discussão da violência nas sociedades ocidentais hoje em dia. A imprensa televisiva discute de a diário a necessidade da presença ostensiva do Estado nas ruas através do contingente policial, mostra o crime como sendo a chaga máxima num corpo social virgem, todas as mazelas da população foram transformadas na presença de criminosos entre ela. Igual ao que aconteceu nos EUA para quando do "Volstead Act" e da ascenção das máfias ítalo-americanas.; Esquecem-se que o tecido social é extremamente delicado, assim como o próprio ser humano, e que se há algum mal neste tecido, é culpa única e exclusiva da maneira como foi urdido. Escrevo a respeito do EUA por tratar-se da imagem máxima predominante na sociedade ocidental, principalmente desde o Plano Marshall, covil e executivo do Capital Internacional; hospedeiro infestado, sucessor dos capitalistas da City London e dos nobres europeus. Neste começo de século não se vê mais parâmetro para o poder da Star and Stripes. O suposto gigante soviético desmoronou ao racharem-se seus pés de barro. O Dragão chinês parece dormido, e não se mostra propenso à luta (por isso adoro a vida, é de uma incerteza marcante...), e mesmo que o fizesse, nós aqui do outro lado do planeta pouco veríamos de uma transformação.
Sim, este é um texto marcadamente pessimista, mas como todo texto tem sua razão de ser, apenas exprime o espaço-tempo em que seu autor está inserido ou o ambiente em que está vivendo.
Voltando-se ao tema da violência, pode-se ver cada vez mais, que desde infante o homem desaprende a refrear seus instintos básicos. Toda a educação das gerações que tiveram a influência dos programas educacionais da ONU e da UNESCO* aqui na América Latina, complementada pela televisão oni-presente em todo lar de cidade grande.

Texto escrito para acompanhar o ensaio das manifestações anti-guerra em São Paulo feito para a faculdade em 2003, não usado e postado hoje por pura vaidade intelectual. Tá certo que até tem um fundo de verdade em tudo isso aí, mas escrever todo empolado e fazendo proselitismo furreca como se tivesse num "El Mercurio" às avessas é escroto demais...

*na verdade do USAID

Sunday, December 23, 2007

Cólera

É natal?! É natal?! Se é natal não sei?!
Se é natal?! Se é natal?!
Se é natal não sei!!!
Os pobres ficaram bem mais pobres
Os ricos muito muito ricos
O comércio fica aberto dia e noite
Os presentes e chantagens
Todos trocam sem pensar
para no dia seguinte se odiar. (É natal?!...)
Os assaltos multiplicam
Guerras seguem sem parar
Matam animais atoa, só para treinar
Não preciso de pretexto
Não preciso de natal
Todo dia é importante
Todo dia é igual. (É natal?!)

___________________________________________


Dia e noite, noite e dia (4x)
Hoje eu passei pela Praça da Paz
Mas vi conflitos e brigas
Fui na Avenida Solidariedade,
Só o egoísmo e a luxúria

E por isso estou aqui só para encontrar
Com você e com a consciência

Dia e noite, noite e dia vivo a questionar
Será que isso não pode mudar?

Vi em Chicago, o óleo a queimar
Vi indigentes e o medo
Na China Nova vi escravidão
Jovens frustados, suicídio

Você me diz acomodado que isso é normal
Mas enquanto não é com você...

Dia e noite, noite e dia eu vivo a questionar
Será que isso não pode mudar...
Dia e noite, noite e dia eu vivo a imaginar
Será que isso não pode mudar? Não!

Muitos ministros roubando o pais,
Muita violência nos campos
Mães matam os filhos, se matam depois
Não tem valor mais a vida

Você me diz acomodado e que isso é normal
Mas enquanto não é com você...

Dia e noite, noite e dia eu vivo a questionar
Será que isso não pode mudar...
Dia e noite, noite e dia eu vivo a imaginar
Será que isso não pode mudar? (4x)

Talvez seja por estar sensível vendo tanta falsa felicidade institucionalizada de fim de ano, mas essa aqui foi pra mim a primeira música do punk tupiniquim com uma PUTA mensagem positiva! Positivo, isso aí, alguém poderia perguntar? Com tanta desgraça? É sim, ter consciência é a única reação positiva pra quem consegue enxergar esse mundão... só não me pergunta o que venha a ser isso.

Friday, December 21, 2007

De novo e sempre

Listening to you I get the music
Gazing at you I get the heat
Following you I climb the mountain
I get excitement at your feet!

Right behind you I see the millions
On you I see the glory.
From you I get the opinions
From you I get the story.


Duas pequenas histórias apócrifas.
Estavam Carlos Marighella e "Clóvis" dando um rolê por São Bernardo (68-69) conversando a respeito de como seria possível informar à população à respeito da luta revolucionária que eles estavam travando. "Precisamos criar uma rádio independente para poder chegar no trabalhador" disse o Marigha. "Clóvis", mostrou o entorno. Casas de operários até onde alcançava a vista. "Olha só Marigha, conta quantas antenas de televisão você tá vendo".
A outra é meio piada. Henrique Schaumann com Avenida Brasil. Fuca com três sujeitos é parado por um membro da TFP para ser entregue propaganda contra a "reforma agrária" que os milicos estavam fazendo. Recebem o panfleto, agradecem e saem dali o mais rápido possível. Assim que o farol abre. Marighella, Joaquim Câmara Ferreira e o tal Clóvis dentro do carro.


P.S. - pra quem não conhece a história recente do Brasil (com o auspício do MEC e dos programas da USAID), procure no google...
P.S. II - Dei uma de cuzão (Ou seria ingenuidade? Sei lá, tava precisando, tava entalado.) e perguntei pro doutor Clóvis o que que ele achava da revolta do Kronstadt (Кронштадт). Deu uma de político e não respondeu...

Thursday, December 20, 2007

Nej tak

Não obrigado, não quero sua farsa social. Não quero viver tendo aprendido a ridicularizar qualquer um diferente a mim. Não quero fazer parte do jogo do poder. Não quero ser melhor do que ninguém. Não quero ser tratado como pior que ninguém. Não quero me submeter a nenhum poder constituído por um Ardil 22 qualquer. Não quero considerar que alguém saiba mais de minha vida do que eu mesmo. Não quero viver acreditando que alguém... Não. Obrigado por nada. Obrigado pelas noites de insônia, obrigado pelo desequilíbrio cotidiano, obrigado por ter me educado totalmente fora da realidade. Obrigado por fazer da minha vida um inferno. Obrigado por viver continuamente me roubando a possibilidade de chegar no purgatório. Obrigado por me fazer acreditar que o sexo é asqueroso. Obrigado por me fazer acreditar que todo e qualquer um é um imbecil completo. Obrigado por ter feito de mim um idiota completo. Obrigado... mas não quero mais sua farsa.
Por mais que escorregue, caia e rale meus joelhos todo dia, ainda vai chegar a hora em que possa andar ereto na linha.

Rei morto, rei posto



Desenho do Luiz, cor minha.
Sketch original - http://luizferrarezzi.deviantart.com/art/the-king-52011532

Wednesday, December 19, 2007

Buenaventura



Pues hombre! De que cada vez menos va existiendo algo que no sea la esclavitud moderna. Y no tan solo al obrero, pero sino que principalmente al burgués empobrecido. Justamente aquél que apoya todo lo que lo aprisiona y engaña, y que aún asi sigue teniendole asco al...
Não, não dá, também não sou anarquista. Entendo gênero, número e grau. Mas chega de dar murro em ponta de faca. Não ação não significa conformismo.

Monday, December 17, 2007

De como são as coisas

Eu pensava que ninguém mais iria ler alguma coisa por aqui depois do finado Marx Pio...
Caralha, rolou!!!
Fracasso-mania como diria o pessoal que fazia piada com o Fernando Henrique? Ou simplesmente alguém parou pra ler porque escrevi por gosto? Por não ter ninguém me enchendo o saco pra entregar a redação ou o trabalho? Ou sem ninguém pra me dar um tema. Escrever sem ficar esperando outra pessoa ler? Claro que é bem mais fácil conhecer seus leitores, e os gostos e as crenças; mas escrever para uma pessoa ou um gosto específico nunca é a mesma coisa que se desafogar de um monte de tensões através da escrita. Escrever aquilo que sai direto do coração é bem difícil, sempre tem um tráfego pesado pelos intestinos além de ter geralmente um congestionamento na cabeça.



Tô meio deslumbrado ainda, daqui a pouco passa...

Escuro


Práca...

Saturday, December 15, 2007

Tentando endireitar o mundo de novo...

Prestes Maia, fim de semana à noite, descendo o morro pra ir tocar no bar do Batman.
- Aí Pinochet chega mais.
- Fala Tiquinho...
- Então mano tu tem um barão aí pra armá pa nóis?
- Pô Tiquinho, nem tenho, tu tá ligado que se eu tivesse até dava de boa.
(Outro cara)
- Então maluco, essa tua guitarra é da hora, hein. (era baixo...)
- Pô Tiquinho, sem condição...
Dei as costas e fui embora cagando de medo, o pessoal da banda que tava comigo já tava um quarteirão bem mais adiante. Depois fiquei sabendo que os três (tinha mais um) levaram a jaqueta do Gnomo lá da COHAB pra comprar pedra. E o tal do Tiquinho acabou tendo que sair do Prestes Maia por ser nóia demais.
Ladrão é um cara que por causa de uma porra de um composto químico rouba até quem cresceu com ele? (caceta, essa falta de sono me deixô amargo...) Composto químico? Dinheiro? Ladrão? Ou apenas mais um sujeito desequilibrado pra cacete? É muito fácil sugerir que quem tá contra a brutalidade policial é bandido também, assim como é fácílimo também (e dizem que até romântico) achar que todo bandido é justo. Ladrão mesmo é o sujeito investido de poder público que o usa para fins pessoais. Ladrão mesmo é aquele que escreve pra fazer a cabeça das outras pessoas.

Tuesday, December 11, 2007

Che Inti



Hombre!

Monday, December 10, 2007

Ativismo musical



Um pouco de música clássica romântica (favor não confundir com música brega) pra amolecer a pedra no coração dos corsár... ops, digo, empresários da FIESP.

Sunday, December 9, 2007

Underground até as úrtima



N.A.
Espaço Cultural Florestan Fernandes, Guarú City.

Thursday, December 6, 2007

Auto retrato com assistente



Propaganda pura...

Sunday, December 2, 2007

Jackie-O

Dando uma olhada no Digital Journalist vi as fotos desse cara Steve Schapiro. Caceta!



Como fotógrafo é preciso ter um rabo do tamanho dum... pra conseguir uma foto aonde apenas uma pessoa se distingue no meio da multidão. Ainda mais quando a pessoa é justamente de quem você queria tirar a foto.

http://digitaljournalist.org/issue0711/y_heroes30.html

Saturday, December 1, 2007

Patín!



parece que o blógui excedeu o limite de alguma coisa...
ou será o blogger miguelando espaço?
ou ainda tendo que economizar espaço virtual?
ESPAÇO VIRTUAL? que como pode ser espaço se nem real é? Oi!