(lê e) acredita quem quiser

Wednesday, February 1, 2012

É legal quando cai a ficha...

"Compas:

Acabei de ver os vídeos do Pinheirinho e estou chocada. Desde a Marcha da Maconha venho denunciando que os métodos adotados pela polícia brasileira desde 2011 são iguais, sem tirar nem pôr, aos do exército israelense. Mesmas técnicas, mesmas armas, tudo. Até a maneira de efetuar prisões e de bater nas pessoas, de imobilizá-las.

Coincidência? Não!

Isso vem acontecendo desde que o Ministério da Defesa (Nelson Jobim e Forças Armadas) decidiram, num episódio obscuro, assinar um acordo dito "secreto" com o governo de Israel. Os sionistas venderam ao Brasil não apenas armas, mas "tecnologia de segurança" para lidar com multidões insurretas, sob a desculpa de copa do mundo, olimpíadas e que tais.

Não podemos aceitar isso. Temos de nos mobilizar para conhecer os termos desse acordo -- o Ivan Valente, parece, já pediu para vê-lo, sem sucesso -- e checar tudo, tintim por tintim. É preciso uma grande mobilização para isso, até porque não podemos aceitar, tampouco, que nosso país use nosso dinheiro na compra de armas, equipamentos e "tecnologia de segurança" testados em cobaias vivas -- o povo palestino -- e produzidos num país que, por violar leis internacionais (Convenções de Genebra, Lei Humanitária, Convenções da Haia e outras), é criminoso.Por favor, comecemos uma campanha repudiando esse acordo, e para conhecer seus termos!!!

É nosso direito, é nosso dinheiro, é nosso país negociando com criminosos. É inaceitável que o Brasil se dobre a esse ponto ao lobby sionista. Tornamo-nos parte da rede internacional de crimes contra a humanidade, e isso é muito sério.

O direito à comunicação inclui a transparência nas relações do nosso país com outros países, e na consulta à população sobre acordos, em especial os polêmicos. Quem deve escolher onde e como aplicar nosso dinheiro somos nós. E nos recusamos a aplicá-lo em acordos que violam os direitos humanos.

Meu apelo é urgente. Eles não se limitaram a espalhar bases militares pelo mundo, para ameaçar povos e governos. Eles (Israel e EUA) arrombam as portas dos países e nos enfiam goela abaixo acordos para vender violência. E lucrar muito.Comecemos a mobilização contra a militarização da vida. Já."





E de quebra lembrar que na história recente, depois da Alemanha nacional-socialista, Israel é o único estado declaradamente brutal. Todos os demais estados nacionais ainda tem a hipocrisia de cobrir com pronunciamentos e palavras vazias a atuação de seus organismos de repressão. Na terrinha a violência faz parte do discurso oficial desde muito antes de sua fundação.


Afinal de contas, o mundo é uma esfera e não há nada de novo baixo o sol; a única parte um pouquinho mais difícil é entender a aplicação dessas frases aí no dia a dia...

Tuesday, January 31, 2012



Murder, death, pain
Tears of frustration
Danger lurking everywhere
Destroying our nation
Problems everyday
Generate forever
Anxiety's steady note
Is now a screech of terror

Child alcoholics
Fathers raping daughters
Madness in the family
Illness and disorders
Medicine that kills
Food that cuts the throat
Innocent people murdered
While malicious madmen gloat

Child alcoholics
Fathers raping daughters
Madness in the family
Illness and disorders
Medicine that kills
Food that cuts the throat
Innocent people murdered
While malicious madmen gloat

Panic invades the safety of our home
Shiver 'neath your covers
You feel you're not alone
Images of fear cause an icy frission
Chilled to the bone by a bloody vision

Panic invades the safety of our home
Shiver 'neath your covers
You feel you're not alone
Images of fear cause an icy frission
Chilled to the bone by a bloody vision

It seems the world has gone mad
Value of life distorted
Murder, death, pain, rape, and drugs
Are the things the papers have reported

Breakout, breakout
Breakout, hell on earth
Breakout, breakout
Breakout, (from this) hell on earth

Evil abounds but we can surely flee
No need to live under the dread of a sick society
Rebuking what is vile, living in the light
Protection from destruction
We're always in his sight
Protection from destruction
That wasteth at noonday
Man may kill the body
The soul he can't take away
Safety in the refuge
At the right hand we must fall
And those who wage against us
Shall be nothing at all, at all

Breakout!



Qualquer semelhança entre a música e a "sociedade" que é retratada nos jornais e revistas do mainstream não é mera coincidência...

A propósito

Não existe estado policialesco sem propaganda* fajuta...


da Falha de São Paulo

O que você acha do Reinado Azevedo? E da mídia convencional em geral?
Infelizmente Reinaldo Azevedo não tem sua licença de jornalista cassada, então segue cumprindo um desfavor para a comunicação, sem qualquer tipo de compromisso ético. Ao invés de argumentar sobre a nossa atitude, reduziu o protesto a mim e tentou me desmoralizar com fotos e piadinhas de mau gosto. O mais preocupante é vê-lo incitando a violência contra os manifestantes e apoiando a atitude truculenta do secretário, fazendo coro com o fascismo e com o nazismo. Vendo o que significam esses momentos na história do mundo acredito que não se deve incitar esse tipo de ação como esse “jornalista” faz usualmente.

RAFAELA, o que você achou de ser identificada erroneamente como a “garota da foto” Por Reinaldo Azevedo no site da Veja?
Eu não tenho paciência pro jornalismo de quinta categoria da Veja. Eles não fazem nem questão de disfarçar a parcialidade deles. Como um texto tão chulo –independente da posição que defenda– pode ser considerado jornalismo? É nojento.





*Um bom livro para se entender não só o uso da linguagem no cotidiano, mas a respeito de opiniões políticas essencialmente humanas, outros conceitos de sociedade, perspectivas históricas diferentes das atuais, a noção da propaganda no seio social, e principalmente o que é um BOM texto jornalístico sem o ser, é este aqui.









Monday, January 30, 2012

Estado policial??? Nãããooo, 'magina... aonde?


Enquanto isso, láááááá no topo da pirâmide:



a discussão versa sobre outro tipo de ação policialesca...



P.S. - A cagada do mentiroso underline cínico em SJC foi BEM pior do que tinha imaginado a princípio. Coisa fina! Nem Nini teria pensado em algo dessa envergadura. Aliás o Nini não pensava muito mesmo...
Pessoas como as que estão no governo estadual daqui são famosas por serem extremamente meticulosas em seus golpes.
E enquanto os dois lados se digladiam, a casta mor vai se aproveitando das concessões feitas por pessoas sequiosas de poder*, que falam, falam e falam da sociedade ideal sem nunca chegar a um resultado concreto.


*Que continua sendo "apenas" um verbo.

Sunday, January 29, 2012



Na foto o proto prestes a acabar com o élan da moça.

O que os governantes fazem questão absoluta de ignorar (ou esconder) é que boa parte da juventude, ao protestar contra o estado calamitoso das coisas, apenas segue o exemplo da violência que esses mesmos governantes usam com a população baixo seu jugo.
Afinal, já há alguns séculos não existimos mais governados, mas sim dominados pela força e pela brutalidade dos mecanismos de "segurança" dos estados nacionais.

Saturday, January 28, 2012

Fiquei pensando que no post embaixo e vi que acabei caindo em mais uma das redes de linguagem que prendem o pensamento.
Anti-capitalismo? Seria bom e necessário imaginar-se quem tem o capital suficiente pra se fazer alguma coisa nesta vida? Quem já nasceu rico? Quem conseguiu através do trabalho árduo por anos a fio juntar dinheiro para passar o resto da vida tranqüilo?
Então a tal da tão propalada mobilidade social não passa de mais um embuste (gostei da palavra, farsa me ficou meio batida...), criado para não mostrar a necessidade de atrelar-se desde cedo ao que algum pilantra com veia humorística chamou de trabalho.
Sim, porque o ser humano que segue sua vocação interior (e que embora minoria, ainda existimos muitos, ufa!) desenvolve uma praxis*, e não vai atrás de um valor monetário que lhe dão indulgentemente no final de cada mês após passar o tempo inteiro alienado e agindo mecanicamente.
Gastar a própria juventude numa atividade externa não é vantagem nenhuma, isso imaginando conseguir juntar algum montante suficiente, sem contar com a carga tributária, com aluguel, com educação, com tudo que se necessita ser pago nesta sociedade. Ser-se um escravo moderno e perder todo o élan revolucionário por causa de dificuldades financeiras inerentes ao mundo externo, à sociedade, a pessoas que nem sabem que você existe e muito menos vão ter compaixão com e por seus problemas.
Sem contar com a farsa do padrão ouro, com os inúmeros golpes financeiros interplanetários, planetários, nacionais, estaduais e municipais, com a variação cambial, com os bancos, com...


Na foto o Leon e o Emiliano, mais uma mulecada globalizada, que espero que possam crescer numa sociedade um pouco mais livre do que a do tio-avô aqui.
Ainda mais com a homenagem forte que fizeram nos nomes dos pimpolhos...


Adendo:
Antes que alguém ache que eu virei monarquista e que vou engrossar as filas da tradição, família e putaria, o regime republicano, democrático e pluripartidário não tem nada intrínseco de mau, assim como toda idéia lapidada de constituição social baseada no potencial humano de concordância. O problema é o que se faz em nome de tais regimes; o problema é todo o poder amealhado pelos comerciantes e a formação de uma casta (em negrito porque os caras são OS mais fodões até hoje...) idem, após a revolução gloriosa na Inglaterra. O problema foi a apropriação do exército e a continuação das políticas de classe na França napoleônica (após o fracasso completo da revolução com a apropriação do poder político pela burguesia); o problema foram uns certos alemães famosos não darem o sustento ideológico necessário para a comuna de Paris; o problema foi o surgimento de uma casta de burocratas e uma casta de dirigentes na revolução "do povo", logo após a guerra civil de 21-22 na Rússia. O problema sempre foi e vai continuar sendo aquele que se alimenta, aproveita e deriva para si mesmo uma idéia em cima de pensamentos alheios.
Um tal de Agostinho que o diga...


*Algum pilantra metido a marxista deve ter desviado todo o conceito da palavra. Quer saber o que é realmente praxis? Vai atrás do termo grego...

Friday, January 27, 2012

“O Kassab é capaz de agregar vínculos fraternos e republicanos, juntar diferentes pessoas e eu sou muito grata”, disse ela que deixou o evento sem dar entrevistas. (…) Na troca de elogios, também bastante afável, Kassab disse que a presidente merecia a honraria não só pelo seu trabalho no governo federal, mas por “mérito pessoal”.


Segundo os relatos, a presidente defendeu diante do grupo que não é mais possível adotar um discurso anticapitalista, pois ele "não dura cinco segundos".

"Não adianta ser anticapitalista. Precisamos de alternativas", teria dito a presidente, de acordo com os relatos.




Sei não, mas acho que nossa presidenta, que dizem as más linguas ter sido a responsável direta pelo Lamarca ter deixado a VPR e ter se metido na fria do oito, ou não entende muito bem o próprio povo, ou faz parte de um grande embuste chamado estado republicano, democrático, pluri-partidário...


P.S. - Imaginar-se e desdobrar-se em ações cotidianas não capitalistas (mercantilistas) e tergiversar a respeito de algo chamado anti-capitalismo são duas coisas bem diferentes...